Tenho acompanhado com interesse o programa O Aprendiz, na Record (terças e quintas). Assisti e gostei muito das duas primeiras edições; não acompanhei a terceira como gostaria. Esta quarta edição também não vi desde o começo (sempre esqueço a data dos programas de TV a que quero assistir), mas após a metade tenho conseguido ver quase tudo.
Não gosto tanto das provas quanto gosto da parte da sala de reuniões. E, nesta edição, não tenho pensado tanto em uma característica que eu achava forte no programa: o quanto ele pode ajudar espectadores que estejam à procura de empregos e/ou estágios. Aliás, uma vida muuuuuuuuito mala da qual não tenho a menor saudade... Não sinto mais isso não programa, mas não sei se é por ter me acostumado ou se o O Aprendiz mudou.
De qualquer forma, o programa parece fluir melhor do que antes. Acho que o Roberto Justus tem agora muito mais jeito para conduzi-lo: não consigo mais ver Justus como o homem plastificado e quase caricato de antes. Então talvez seja isso mesmo que tenha feito o programa perder um pouco daquele tom tão "empresarial": Justus está muito mais, sei lá, humano nesta edição.
Gostei especialmente dos programas em que o Eduardo e o Pedro saíram. Já estamos na final e estou torcendo pela Mariana. Primeiro, porque o projeto dela (embora um tanto vago: "racionalização da energia elétrica"... não sei maiores detalhes) faz mais sentido para mim do que o do Tiago (produto de lavar carros com lenços umedecidos... ?????). E segundo, porque ela é mais simpática e não tem um leve jeito arrogante que me faz lembrar de velhos tipos gevenianos que já conheci (o Pedro, 4° colocado do programa, eu também via assim).
É isso.
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