- Caretas Bar: Bar na Vila Madalena. Fui sem grandes expectativas, já que imediatamente antes de eu me dirigir ao recinto falaram-me mal dele... que era meio morto e tal... Mas acho que a reclamante visitou o Caretas num dia ruim. Achei o bar relativamente grande, comida boa, banda muito agradável (samba-rock, entre outros estilos). Realmente não estava cheio, mas longe de estar vazio. Gostei e voltaria.
- Salsa: quando comecei a fazer dança de salão, aqueles que sabem que minha praia é rock me zoaram dizendo que eu tinha mudado radicalmente de estilo. Eu respondia que não, que salsa, forró & cia. eram só para dançar e que eu, por exemplo, jamais compraria um CD para ficar ouvindo no carro. Aí no mês passado a Débora (minha parceira "titular" nas aulas) ganhou de aniversário um CD de salsa e gravou para mim. Ele está lá no carro... e eu ouço de vez em quando. Aiaiai.
- X-Caret: E aí pra completar fui na quarta dia 11 a esse local que toca somente ritmos latinos. Pois é... e eu que achava ritmos latinos um negócio muito, muuuuito brega... mas até que é legalzim. Foi um dia atípico - quarta-feira, véspera de feriado -, achei: excelente banda (quando começou a tocar eu não estava olhando para o palco e pensei que ainda fosse algum CD); a moça do vocal tinha ótima presença de palco; lugar maior do que eu imaginava; não estava cheio; um pouco estilo "panelinha" (grupos pré-formados, diferente do Buena Vista às segundas, por exemplo, onde todos dançam com todos); não tinha muuuuuuuito mais mulheres do que homens, como sempre me diziam. Quero voltar lá num dia "normal" para ver se esse é o padrão.
- Se me perguntassem até o início do mês passado a qual show ainda faltava eu assistir na minha vida, eu responderia sem titubear: Slayer. Muitos nem acreditam que eu gosto dessa banda que há mais de 20 anos toca thrash metal - algo como uma mistura de metal e hardcore. E eles finalmente voltaram ao Brasil para dois shows no Via Funchal. Fui ao primeiro, numa sexta-feira. Vi váááárias figuras estranhíssimas... Aliás, nunca vi tanto cabeludo na minha vida... tanto que eu sabia que a Patuca estaria lá, ela que tem um cabelão... e no ambiente escuro do Tom Brasil cada cabelão que eu via imaginava que poderia ser o dela... e aí a pessoa sempre virava e era um barbudão. Medo. Mas o show foi SENSACIONAL. Descobri que conheço muito mais músicas do que imaginava. Temia que setenta minutos daquele rock pesado fossem cansar os ouvidos, mas não foi o que aconteceu. Abaixo, um exemplo da poesia e sutileza de tal banda.
- Acho que todos alguma vez na vida responderam à pergunta (ou pelo menos pensaram a respeito disso): "E se eu tivesse UM superpoder? Apenas UM? E tivesse o direito a escolher? Qual eu escolheria???" Voar? Ser invisível? Ser muito, muito forte? Fazer o tempo voltar? Pois é... Eu não desprezaria nenhum desses, mas o que eu queria mesmo era ter o poder que o Mel Gibson adquire após tomar um choque em Do Que As Mulheres Gostam: ler o pensamento de todas as mulheres. Blé.
- Quinta-feira passada, no final de uma ligação em que atendia a um usuário de sistema, fui surpreendido pela pergunta: "Ô Maurício, você é oriental?" "???... Eu?? Não... Mas... por quê?" "Pela paciência com que você explica tudo...". Bom, de fato há vezes em que é preciso muita paciência mesmo... Mas pela primeira vez fiquei pensando o quanto a intensa convivência com orientais pode ter mudado - para melhor, claro - o meu comportamento. Em todo caso, agradeço às minhas centenas de amigos japas (lato sensu, hohoho).
- Há três sábados participei de um incrível churrasco com o pessoal que fez Exército comigo (!!) no longínquo (bom, nem tanto) ano de 1994. Alguns mais carecas (eu, inclusive...), a maioria bem mais inflada... mas foi muito, muito interessante mesmo reatar contato com esse pessoal. Vivas e mais vivas ao Orkut, que é quem dá o pontapé inicial nessas iniciativas.
- Aliás, a partir desse encontro fiquei pensando em uma das das teses sobre dança de salão que venho construindo em minha mente. É que jogamos futebol - a primeira vez que joguei bola de verdade depois que comecei a dançar pra valer. Notei que, pelo menos naquele sábado, um dos meus piores fundamentos teve uma melhora razoável: o drible. Eu acho que pode ter tudo a ver. Logo escreverei mais a respeito.
- Ainda devo o show do Slayer... falo dele na próxima, assim como de "Efeito Borboleta 2", meu retorno aos cinemas. Até!
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