Nossa, como o tempo voa... Nem tinha percebido que fazia tanto tempo que eu não atualizava isto aqui. Vamos a mais uma seção "Guia de SP":
- Patisserie Douce France: Fica na Alameda Jaú. Fui há umas duas semanas para uma pausa em um sábado à tarde. Tomei um chocolate quente e comi uma tortinha de chocolate que devia ter algum nome afrescalhado em francês. Ainda provei os demais doces da mesa. Só a bebida estava boa; o resto meio "pouco-doce" demais... nem tinha aqueeele gosto de chocolate. Má relação custo-benefício.
- Chácara Santa Cecília: Acabei indo duas vezes, uma à noite e outra para almoçar. Já foi lugar "modinha", mas acho que já passou esse tempo - afinal cheguei perto de 23h30 preparado para pegar fila, mas entrei com muita facilidade. À noite já havia jantado, então só posso julgar o ambiente: é muito legal... amplo, com vááários lugares diferentes - a ponto de eu me perder antes de encontrar quem eu estava procurando. No calor deve ser melhor ainda. Não gostei muito da pista, que é pequena (embora não estivesse lotada), além de a qualidade das músicas ser bastante, digamos, irregular... Preço bastante razoável (20 para homens e dérreal muié é um ótimo preço para SP... embora eles metessem a faca nos preços das porções e bebidas. Mas como não consumi nada...). Fiquei surpreso com o almoço pois achava que lá só abrisse à noite. Boa comida.
- The Hall: Esse foi no dia da Mercearia Adamastor (sobre a qual já falei aqui), mas eu tenho que contar isso. Saindo da Mercearia, minha amiga Kahtia diz que tem uma festa de aniversário no tal do the Hall, na Alameda Lorena, e nos convida. Comboio para lá. Fila. Recepção. Moça: "Boa noite, vocês têm nome na lista?" "Não..." "Ah, então é 65 homem e XX mulher" (nem ouvi quanto...). SESSENTA E CINCO REAIS PARA HOMENS?!?!?! E em SP, com quatrilhões de outros lugares para sair?? Demos meia-volta e fomos embora.
- Fomos ao Rockets, também na Lorena, lanchonete estilo década de 50. Bom sanduíche, bom local (embora um pouco pequeno... sempre que vou lá há alguma fila, mas nada insuportável ou que motive a desistência). Destaque para a possibilidade de escolher as músicas do ambiente. E o site é bem legalzinho também...
- Na sexta, 26/5, voltei ao Hangar 110 após bastante tempo. Motivo: festa para o finado Joey Ramone, que teria feito 55 anos no último 19 de maio. Chamada Joey Ramone Birthday Bash, a festa já ocorre em diversas outras cidades do mundo. O selo Ataque Frontal é quem promove sua versão brasileira. Perdi a primeira banda e não lembro direito da segunda (!!!)... Doped Dog e Ketamina... Ou seria o contrário?? Ah, sei lá. Em seguida vi a nova formação do Kretinos 74, banda de meu amigo Dênis. Bom show. Na seqüência, Eighteen Street (banda com duas moças e um cara e, no final, uma canja do Marcio Faveri, vocalista do Lambrusco Kids) e Reatores (de quem comprei um CD em promoção por 5 reais). Enfim o show que mais me motivou a sair de casa: o Grinders, pela trocentésima vez... Sempre vale a pena, mas esse foi curto (todos foram, pois o Hangar encerra tudo antes da meia-noite) e o público não conhecia muito da banda... Era um pessoal bem jovem, inclusive. E todos pedindo Ramones a cada música de cada banda. Já fui assim um dia... Bom, mas pra encerrar o show e deixar todos felizes, a banda curitibana Magaivers fechou o espetáculo com um set quase INTEIRO de Ramones (cantaram umas duas músicas próprias). Gostei porque eles tocaram bem e selecionaram umas canções diferentes, não aquelas de sempre (Sheena Is A Punk Rocker, Blitzkrieg Bop, Rockaway Beach, Rock'n Roll Radio). Foi isso.
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