- Domingo passado, pela primeira vez na vida eu fui jogar PAINTBALL. Fomos em DEZENOVE pessoas a um local em Aldeia da Serra chamado War Games Paintball. Saímos atrasadíssimos da casa da Michelly, mas consegui chegar lá em uns 40 minutos. Ruim mesmo foi a volta, graças ao trânsito na Castelo Branco.
Paintball é menos hard do que eu imaginava. Todos falavam que os tiros eram MUITO doloridos e até deixavam marcas. Deixam mesmo, mas é um hematomazinho de leve... a dor é totalmente suportável. Jogamos cinco partidas, em três campos diferentes (lá há quatro). Alguns reproduzem um "ambiente de guerra", no meio do mato, com árvores e obstáculos.
As regras: cada equipe fica de um lado do campo e tem a sua "base". O objetivo é pegar uma bandeira pendurada no centro
e levar à base adversária. São pequenos games de 15 minutos. Se ninguém conseguir conduzir a bandeira ao outro lado, vence quem tiver eliminado mais gente. Basta tomar um tiro para ser morto, em qualquer parte do corpo ou até na arma. É necessário porém que a bala estoure, pois ela pode bater e não estourar, e aí segue o jogo...
Perdemos a primeira partida (tomei tiro na nuca) e a segunda (o Wang me acertou no braço). Vencemos a terceira (sobrevivi até o final) e a quarta (o Chan me acertou no braço). Na negra (digo... "sombria"), decidimos que o jogo precisava ter mais emoção, e para isso precisávamos pelo menos tentar pegar a bandeira. Logo no começo do game, corri, peguei a bandeira e voltei para uma base. Renato e Emerson (primo do Chan) vieram para a mesma base e começamos a avançar os três juntos - já que duvidávamos que todos seríamos mortos dessa forma (as munições estavam no fim). Eu logo tomei um tiro no pulso ao tentar seguir para o próximo obstáculo e "morri". Os dois chegaram à base seguinte, mas logo o Emerson "morreu". Renato saiu correndo mesmo ameaçado e conseguiu "enterrar" a bandeira na base inimiga. Vitória fantástica!
- Show do Cake: 5/8/2005, Hotel Unique. Cheguei tarde pois havia jantado com o pessoal da GV no Viena da Alameda Santos, de onde saí umas 23h20. Cheguei ao local do show quase em cima da hora. Murilo e Letícia já estavam lá dentro há MUITO tempo. Na porta de um estacionamento um flanela gritou: "Aqui, 20 reais, eu olho! No estacionamento estão cobrando 50!!" Fiquei assustado, mas achei mais seguro parar no estacionamento e pagar... 20 reais.
Peguei uma fila, desci pelas escadas rolantes e entrei no salão comprido e MUITO escuro. Somente algumas luzes e três telões iluminavam o local. Fui caminhando para a frente na vã esperança de encontrar meus irmãos, e eis que sinto uma mão em meu ombro. Eram RAFAEL e CAROL, que bizarramente conseguiram me encontrar no meio de tanta gente e nenhuma luz! Fui mais para a frente, mas sem chance de chegar perto daqueles dois. Achei o show bastante legal! Umas cinco músicas excelentes, muitas legaizinhas e poucas chatinhas. Saí do lugar com facilidade espantosa (o estacionamento era uma descida e eu achava que teria de sair de ré, mas havia uma porta lá embaixo para a rua de trás).
- Quarta aula de dança de salão, encerrada agora há pouco: bolero, o giro no forró e a importância do abraço na dança. Que beleza...
- No próximo post: show do Ira!, famosos que vi e outra coisa que agora eu esqueci... Até!
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